Artigos sobre Guiné-Bissau
Cortes deixam 130.000 crianças guineenses vulneráveis à fome
Mais de 130.000 crianças estão em risco de fome e desnutrição na Guiné-Bissau devido aos cortes no financiamento de programas de apoio a carências alimentares, alertou hoje o Programa Alimentar Mundial (PAM).
PAIGC da Guiné-Bissau felicita Francisco Carvalho por maioria absoluta
O partido PAIGC da Guiné-Bissau felicitou hoje Francisco Carvalho, presidente do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), pela vitória nas legislativas de domingo, destacando a maioria absoluta alcançada "num escrutínio altamente disputado".
China consolida presença em países lusófonos africanos - estudo
Um estudo académico aponta que a China tem vindo a consolidar a sua presença tecnológica e económica nos pequenos países lusófonos da África Ocidental, nomeadamente Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
Opositor Simões Pereira ouvido como "declarante" no Tribunal na Guiné
O principal opositor na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, foi hoje ouvido pelo Tribunal Militar na qualidade de declarante sobre uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, de acordo com os advogados.
Guiné-Bissau: PR expressa desejo de «estabilidade» partilhado com Macron
Os presidentes cabo-verdiano e francês falaram sobre a situação na Guiné-Bissau num encontro concedido, na sexta-feira, em Paris, por Emmanuel Macron a José Maria Neves, que descreveu a conversa como em torno de um desejo de estabilidade.
Grupo do PAIGC confirma libertação hoje de Domingos Simões Pereira
O presidente do PAIGC da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, será libertado no final do dia de hoje e ficará em prisão domiciliária, segundo o porta-voz de um grupo de dirigentes, que pede uma direção transitória no partido.
A luta na Guiné-Bissau e os países de Leste - Cabral: bom diplomata mau estratega
Em meados da década de 1960, os soviéticos tinham desenvolvido uma relação próxima com Cabral. Moscovo estava empenhada em facilitar uma vitória militar na Guiné-Bissau e continuou a fornecer armas cada vez mais sofisticadas, treino e dinheiro ao PAIGC. Como os conselheiros militares queriam garantir a vitória, surgiram intensos desentendimentos sobre a estratégia de guerrilha. Embora muitos detalhes dessas discussões ainda não estejam claros, conselheiros soviéticos, checos e cubanos partilhavam críticas à estratégia militar de Cabral.
Dois meses após golpe, militares marcam novas eleições na Guiné-Bissau
Os militares marcaram novas eleições na Guiné-Bissau e mudaram a Constituição com reforço dos poderes do Presidente da República, desde que, há dois meses, tomaram o poder no país africano.
A outra face da luta na Guiné (I) - A presença cubana na Guiné-Bissau que o PAIGC quis esconder
Muitos países ajudaram o PAIGC na sua luta. Mas Cuba fez muito mais e o seu papel foi único. Apenas os cubanos lutaram na Guiné-Bissau ao lado dos guerrilheiros do PAIGC. Na Guiné-Bissau, Cuba seguia a sua própria política, as origens da relação de Cuba com o PAIGC não tinham nada a ver com a União Soviética; estavam enraizadas na viagem de Guevara a África e no crescente interesse de Cuba pela África subsaariana.
Guiné-Bissau: Novas eleições gerais em Dezembro
A Guiné-Bissau vai novamente a eleições gerais, presidenciais e legislativas, em dezembro, em data que será anunciada em decreto presidencial pelo Presidente da República de transição, Horta Inta-a.
Edição 1260
O destaque de manchete desta semana vai para as revelações feitas no livro ‘Havana, Washington, and Africa, 1959-1976 (Envisioning Cuba)’, escrito por Piero Gleijeses que demonstra que a presença de militares cubanos na Guiné-Bissau durante a guerra colonial foi uma realidade.
CPLP acompanha situação em Bissau e garante que CEDEAO não actua sozinha
A secretária-executiva da CPLP disse hoje, em Lisboa, que a organização lusófona continua a acompanhar a situação na Guiné-Bissau e que a actuação internacional no país não se limita à CEDEAO.
Guiné-Bissau: Libertados seis opositores detidos desde o golpe de Estado
Seis opositores políticos detidos desde o golpe de Estado ocorrido há um mês na Guiné-Bissau foram libertados esta terça-feira à noite, anunciou em comunicado a junta militar que tomou o poder.
Parlamento rejeita voto de condenação ao golpe de Estado na Guiné-Bissau
O parlamento cabo-verdiano rejeitou hoje o voto de condenação ao golpe de Estado na Guiné-Bissau, apresentado pelo PAICV, com 32 votos contra do MpD, 25 a favor, sendo 24 do proponente e um da UCID.
PJ detém em Lisboa homem próximo de ex-PR guineense por suspeitas de branqueamento
A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje, no Aeroporto Militar de Figo Maduro, em Lisboa, um homem próximo do ex-presidente da Guiné-Bissau Sissoco Embaló por suspeita de contrabando e branqueamento, adiantou à Lusa fonte ligada à investigação.
Guiné-Bissau: Líderes da CEDEAO reúnem-se hoje para debater situação no país
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) reúne-se hoje para debater os próximos passos no seguimento do golpe de Estado na Guiné-Bissau, num contexto de agravamento da insegurança nesta região africana.
PR participa na cimeira da CEDEAO com a situação política da Guiné-Bissau na agenda
O Presidente da República, José Maria Neves, participa, este domingo, em Abuja, na Nigéria, na 68.ª Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). A situação política na República da Guiné-Bissau é um dos assuntos na agenda, anunciou hoje a Presidência.
PAICV condena golpe na Guiné-Bissau e pede libertação imediata de Domingos Simões Pereira
O líder parlamentar do PAICV, Clóvis Silva, apresentou hoje no parlamento um voto de condenação ao golpe de Estado na Guiné-Bissau, apelando à reposição imediata da ordem democrática e à libertação dos dirigentes detidos, com destaque para Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC e presidente eleito da Assembleia Nacional.
A Paz das Urnas e a Turbulência do Pós-Eleitoral: Uma Reflexão Fraterna sobre a Guiné-Bissau
Ao escrever estas linhas, é impossível não sentir uma certa impressão de déjà vu. Para quem acompanha a vida política da Guiné-Bissau, a sucessão de crises institucionais cria a sensação de que estamos sempre a revisitar velhos capítulos com novos protagonistas. Esta percepção tornou-se ainda mais marcante para mim depois de ter sido, em duas ocasiões, observador internacional da CPLP no país. Nessas missões testemunhei uma das maiores riquezas da democracia guineense: a extraordinária paz do seu processo eleitoral. Filas serenas, um civismo irrepreensível e um profundo orgulho no ato de votar. O povo guineense é, sem exageros, dos mais pacíficos e cordatos do espaço lusófono.
Atavismos ideológicos não devem afectar relações externas
Há uma semana houve mais um golpe de Estado na Guiné-Bissau, perfazendo 11 derrubes do governo desde que foi proclamada a independência em 1973. O processo eleitoral em curso foi interrompido, a ordem constitucional ficou suspensa, dirigentes da oposição foram detidos e o presidente da república pôs-se em fuga para o estrangeiro envolto em suspeições e suposições.
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