Artigos de Antónia Môsso no nosso arquivo
A procrastinação, a perda de um ser humano e de uma mosca
A vida precisa entrar na Assembleia Nacional. Sim, outro dia defendia eu que a vida dos animais não humanos (e na altura referia-me à população canina errante) precisava invadir a Assembleia Nacional. Começar raivosamente a distribuir dentadas “a torto e a direito”, atormentando os presentes com o seu “mundo de pulgas, carraças e doenças” para que o assunto fosse colocado em cima da mesa e definitivamente resolvido.
Liberdade para festejar a nossa liberdade
É tempo de comemorações. A Freedom House (agência internacional de defesa dos direitos humanos) classifica Cabo Verde como o país mais livre de África. E, se não fosse Portugal- a nos roubar o lugar- estaríamos no 1º lugar do “Pódio” em termos de liberdade dos países da CPLP. Noruega, Finlândia e Suécia continuam a ser os países mais livres do mundo, chatice! Para a próxima Cabo Verde com o pé direito entrará, com fé em Deus e na mãe santíssima, na lista dos países mais livres do planeta. Tal como Sartre, os cabo-verdianos também parecem estar condenados a serem livres.
Os animais não humanos não entram no parlamento
Comemorou-se no dia 4 de Outubro o dia mundial do animal. Mais uma excelente oportunidade perdida para as Câmaras Municipais do país apresentarem propostas viáveis para o problema de crescimento descontrolado da população canina e felina e o seu abandono.
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