Artigos sobre xadrez
Os peões do Éder(II)
Segunda e última parte da crónica iniciada na semana passada com comentários à partida de xadrez às cegas jogada entre mim e o ex-campeão juvenil da ilha do Sal, Marcelo Reis, no Polidesportivo dos Espargos.
Federação cabo-verdiana de Xadrez realiza torneio online
A Federação cabo-verdiana de Xadrez(FCX) criou, em parceria com a Chess.com, um clube oficial naquela plataforma. Como resultado dessa parceria vai realizar, já no próximo domingo, 5 de Abril, um torneio de xadrez online.
Outra lenda sobre a origem do xadrez
Na edição passada trouxemos uma das muitas lendas sobre a origem do xadrez. A pedido de vários leitores, e cumprindo o prometido, trago nesta crónica mais uma história associada à origem deste jogo milenar que nasceu na Índia e espalhou-se por todos os países. “Foi no Oriente que começou esta guerra, cujo anfiteatro é hoje toda a terra. Tal como o outro, este jogo é infinito”, escreveu celebremente Jorge Luis Borges. Mudam-se os nomes dos protagonistas, muda-se o dialecto em que foram escritas, mas o Leitmotiv destas estórias continua inalterado e a provar que os criadores deste jogo foram pessoas muito inteligentes e com grande habilidade em matemática e boa capacidade lógica.
Febre do xadrez
O alemão Sebastian Raedler estudou filosofia e política em Cambridge e Harvard e doutorou-se na universidade de Colónia com uma tese sobre a filosofia da moral de Immanuel Kant. O entusiasta do xadrez que trabalha em Londres como analista financeiro publicou recentemente um interessante livro, “Febre do Xadrez” (Schachfieber: Liebe zu einem unmöglich Spiel), no qual tece reflexões sobre o “amor por um jogo impossível”.
A psicologia do erro
Já vimos nesta página que, em princípio, todo o xadrezista comete erros, embora por razões diferentes. Por exemplo, entre principiantes, é a falta de informação e a deficiente técnica a causa de tais desagradáveis deslizes.
Campeonato Continental de Xadrez das Américas
De todos os Campeonatos Continentais de xadrez que se realizaram neste ano de 2019, certamente que o das Américas foi aquele onde mais se ouviu falar a língua portuguesa, pois teve como palco o Brasil, mais concretamente a Cidade de São Paulo que, de 5 a 13 de Julho, recebeu a 14.ª edição deste Continental.
Meu Deus, porque tenho que perder contra este idiota (Aron Nimzowitsch)
Geralmente veiculados através da palavra directa, os aforismos dos mestres do xadrez de antanho e do presente representam um pouco da sabedoria útil baseada ordinariamente no bom senso ou na experiência prática.
A Imortal de Carlos Torre
A vida xadrezística do melhor jogador mexicano de todos os tempos, Carlos Torre (Mérida, México, Novembro de 1904 – Março de 1978, Mérida) é parecida com a de outras estrelas fugazes, como Paul Morphy e Rudolf Charousek, os quais por uma ou outra razão, só deixaram uma breve amostra (ainda que brilhante) do seu enorme potencial.
DGD não vê razões para suspensão do calendário desportivo por parte da FCX
A Direcção-Geral dos Desportos (DGD) entende que não há razões para a suspensão do calendário desportivo por parte da Federação Cabo-verdiana de Xadrez (FCX).
O Gambito Muzio e outras anedotas sobre Lasker
Há dias terei sonhado com o Gambito Muzio. Mesmo depois de ter feito a toilette e tomado o pequeno-almoço o tal Gambito não me saía da cabeça. Por exclusão de partes, acabei por atribuir essa ideia estapafúrdia a alguns vídeos que tinha visionado nesses dias no canal do brasileiro Rafael Leite sobre os campeões do mundo de xadrez.
Desenvolvimento rápido das peças + ameaças consistentes/pressão = forte ataque
Para ilustrar o tema em epígrafe, propomos ao leitor uma das partidas mais brilhantes da história do xadrez conhecida como o Jogo da Ópera ou também Partida da Ópera jogada em 1958 numa casa de ópera em Paris, entre o americano Paul Morphy (Paul Charles Morphy, New Orleans, 22/06/1837-10/07/1884) versus o nobre alemão Charles II, Duque de Brunswick e o aristocrata francês Conde Isouard.
A tia de Najdorf, o milionário suíço e o peão b2
O José Armando Araújo tinha-me proposto sábado à tarde uma partida de xadrez num hotel da capital. Sentado à mesa, enquanto ele não chegava e acabou mesmo por não aparecer, inventei esta história que podia ter acontecido na realidade.
É o xadrez um jogo de cavalheiros?
O xadrez foi sempre um jogo de cavalheiros, ou, pelo menos, assim tem sido assim considerado há já vários séculos. Sem dúvida, nem os melhores jogadores têm podido cumprir sempre com uma ou outra elementar norma de cortesia. Dar a mão ao começar e ao terminar uma partida, mas também ao abandoná-la parece algo de muito lógico.
O Gambito Evans e São Vicente
O Gambito Evans é uma continuação da Defesa Italiana, em que as brancas sacrificam o peão em b4 para ganharem capacidade de ataque e iniciativa.
Alexandre Louis Deschapelles
Há já alguns bons anos referimo-nos nesta coluna à idade de ouro do xadrez francês, quando Deschapelles, La Bourdonnais, Saint-Amant e Krieseritzty formavam o temível quaterto do Café de la Régence, aquela constelação de quatro brilhantes xadrezistas franceses que durante décadas espalharam terror e susto nos salões europeus.
Breve história da Defesa Tarrasch
O primeiro encontro entre os provavelmente dois maiores génios da história do xadrez, o polaco Akiba Rubinstein (Stawiski, 12 de Dezembro de 1882 — Antuérpia, 15 de Março de 1961) e o cubano Jose Raúl Capablanca y Graupera (Havana, 19 de Novembro de 1888 — Nova Iorque, 8 de Março de 1942), ou simplesmente Capablanca teve lugar no torneio de San Sebastian, em 1911.
Xadrez: Mas eu quero ganhar!
Na altura a minha filha, Carolina, tinha apenas 4 anos. Além dos movimentos e colocação das peças no tabuleiro, pouco mais havia aprendido sobre o jogo de xadrez. Tinha, no entanto, já assimilado uma das regras básicas do xadrez: fazer roque o mais cedo possível.
Batumi: Cidade de sonhos, encantos e desencantos
Batumi, cidade costeira do Mar Negro e capital da Ajária, uma república autónoma no sudoeste da Geórgia, é a cidade que, desde o passado dia 24 de Setembro, acolhe a 43.ª Olimpíada de Xadrez, tornando-se assim num local ideal para muitas emoções, encantos e desencantos.
Cabo Verde vence Gabão nas Olimpíadas de Batumi
A selecção de Cabo Verde de Xadrez, que se encontra na 41ª Olimpíada de Xadrez em Batumi (Geórgia), somou esta terça-feira a sua segunda vitória na prova, ao vencer a equipa nacional do Gabão por 3-1.
Cabo Verde acolhe sede da Confederação Lusófona de Xadrez
As federações de xadrez dos países da língua portuguesa, que se encontram a disputar as Olímpidas de Bantumi, na Georgia, já constituíram a Confederação Lusófona de Xadrez, cuja seda será em Cabo Verde.
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