Artigos de Adriana Carvalho no nosso arquivo
Não é a primeira vez que as escolas fecham por causa de uma calamidade
O Mundo, neste momento, está a registar um surto epidémico do chamado novo coronavírus – COVID -19. O Governo tem adotado um conjunto de medidas de cunho restritivas, porém necessárias e preparatórias, em sintonia com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), por forma a fazer face ao COVID -19.
Espaços com história VI
Percorro quase todo o edifício. Salas de aulas, amplas umas, pequenas outras, a evidenciar o aperto em que vive a colmeia, todas, porém bem arejadas e limpas – sobretudo limpas. Paredes sem «malcriadices». Carteiras sem borrões.... (…).
Espaços com história V
O nome de Augusto Vera-Cruz tinha sido apagado [após a independência] da respectiva rua¹, desde a igreja paroquial até à Rua de Camões também esta desbatizada.
Espaços com história IV
Não contávamos com arquitectos como Licínio Cruz e o jovem Óscar Niemeyer, mas tínhamos o projectista Luís Mello, o engenheiro Tito Esteves e os mestres Armando Barros, Tito Barros e Manuel ‘Nené d’Antão’ Fortes e beneficiávamos de trabalhadores que se entregaram de corpo e alma à acção para nos deixarem as marmorites que fazem do Liceu [da Praia], mais do que um simples espaço de estudo, uma obra de referência da cidade. Jorge Carlos Fonseca¹
Espaços com história III
Tu moras no sobrado que dá para o largo e vais até à Praça mais as tuas amigas enquanto a banda toca peças estafadas. O moço Poeta que de ti se enamorou um dia de-repente fugiu como uma sombra. - António Nunes
Espaços com história III
Tu moras no sobrado que dá para o largo e vais até à Praça mais as tuas amigas enquanto a banda toca peças estafadas. O moço Poeta que de ti se enamorou um dia de-repente fugiu como uma sombra. António Nunes1
Espaços com história II
A cidade da Praia vai-se embelezando, num ritmo que quem a viu há cinco anos vem encontrar grandes diferenças. Está quase concluída a praça Luís de Camões enquadrada pelo moderno edifício do Centro de Estudos, pela Escola Dr. Oliveira Salazar, Cinema e Biblioteca. Ronda pelas ilhas. O Arquipélago, de 20 de outubro de 1966.
Espaços com história I
Mas deixemos os subúrbios; olha esta – a praça Luiz de Camões…
Histórias da educação na literatura (VI)
[Djunga (1990), de Henrique Teixeira de Sousa] No primeiro capítulo de Djunga, na companhia de “Inocência, vestida com um casaquinho de malha, na cabeça um lenço de seda, e de Hélder de pulôver, de braço dado”1, chegámos à Escola Técnica “que repousava do rebuliço diurno”.
Histórias da educação na literatura (V)
[Os Flagelados do Vento Leste de Manuel Lopes] Ao reler um clássico da literatura cabo-verdiana – Os flagelados do vento leste, de Manuel Lopes – deparei-me com a professora Maria Alice, “abandonada no morro do Norte do Meio” na ilha de Santo Antão.
Histórias da educação na literatura (IV)
[Capitão de mar e terra (1984), de Henrique Teixeira de Sousa]
Histórias da Educação na Literatura III
[Chiquinho de Baltasar Lopes e Alma de Manuel Alegre]
Histórias da educação na literatura (II)
A crónica de Adriana Carvalho, no Expresso das Ilhas e em registoserecortes.wordpress.com
Histórias da educação na literatura I
Nota prévia Regresso ao convívio dos leitores com [re]cortes na literatura de histórias e cenas reais da educação em tempos idos. Subvertendo a premissa que a história se faz com documentos, comprova-se que também se faz com a narrativa ficcional que desvenda, em primeira mão (porque vivida, presenciada), os “esconderijos da memória” de antigos alunos e professores.
A Nova Lei de Bases do Sistema Educativo
Há um ano, num texto sobre A Lei Fundamental da Educação Cabo-Verdiana (Expresso das Ilhas, de 13 de dezembro de 2017) escrevi: “uma lei de bases, geralmente, o corolário de reformas esparsas e conjunturais, não se imobiliza no tempo, flexibiliza-se e adapta-se às tendências do desenvolvimento”. A comprovar esta asserção, um ano depois, procedeu-se à primeira alteração do Decreto Legislativo n.º 2/2010 que define as Bases do Sistema Educativo, aprovada pelo Decreto Legislativo n.º 13/2018, de 7 de dezembro.
Novembro, mês de celebração da Universidade de Cabo Verde
No mês de novembro a comunidade académica comemora doze anos da criação da Universidade de Cabo Verde e cumpre uma década do seu funcionamento completo, após a integração das instituições superiores públicas que evoluíram para suas unidades orgânicas – departamentos e escolas.
O ensino privado na educação: perspetiva histórica
O debate em torno das esferas pública e privada do ensino é, geralmente, contaminado por predisposições ideológicas firmes e inabaláveis: umas a favor do ensino público, sustentadas no axioma da primazia dos direitos de educação para todos; outras em prol do ensino privado, ancoradas na defesa da individualidade e das liberdades fundamentais. Geralmente, o meio termo encontra-se, de forma pragmática, quando às convicções ideológicas se sobrepõe a decisão de colocar os nossos filhos em escolas que julgamos melhor se ajustarem ao nosso (deles) bem-estar e lhes garantam resultados eficazes na dura competição do percurso escolar e académico.
O ensino privado na educação: perspetiva histórica
O debate em torno das esferas pública e privada do ensino é, geralmente, contaminado por predisposições ideológicas firmes e inabaláveis: umas a favor do ensino público, sustentadas no axioma da primazia dos direitos de educação para todos; outras em prol do ensino privado, ancoradas na defesa da individualidade e das liberdades fundamentais. Geralmente, o meio termo encontra-se, de forma pragmática, quando às convicções ideológicas se sobrepõe a decisão de colocar os nossos filhos em escolas que julgamos melhor se ajustarem ao nosso (deles) bem-estar e lhes garantam resultados eficazes na dura competição do percurso escolar e académico.
[Re]cortes no Tempo: O segredo é acreditar que podemos1
Um dos acontecimentos mais marcantes da agenda dos estudantes é o regresso às aulas, em setembro de cada ano. Para milhares de alunos mudam-se os tempos (das tarefas, do lazer) e as vontades (doravante mais subordinadas aos rituais da escola e à orientação dos professores).
[Re]cortes no Tempo: Um [re]corte da história da formação de professores
Em 14 de junho de 1979, com esta surpreendente manchete, o jornal Voz di Povo anunciou o início do Curso de Formação de Professores do Ensino Secundário, previsto para outubro desse ano.
mais
homepage




