Artigos sobre 13 de Janeiro
O Impacto Sistémico de 13 de Janeiro
Entende-se que, por mais tradicional que seja uma sociedade, é impensável não existirem no seu seio exigências de racionalidade que estabelecem com as exigências da tradição uma relação tensional, o que faz com que a modernidade seja uma modalidade de experiência que existe em todas as sociedades e em todos os tempos.
Humberto Cardoso: 13 de Janeiro é a Independência na sua plenitude
Os 35 anos do 13 de Janeiro dão mote a uma conversa com Humberto Cardoso, autor de "O Partido Único em Cabo Verde: Um Assalto à Esperança", em que se discute o verdadeiro significado da soberania cabo-verdiana, a tensão entre o legado do regime de partido único e os princípios da democracia, e os desafios institucionais e culturais que ainda hoje marcam Cabo Verde. Uma reflexão que percorre a memória e amnésia do país, os desafios e as promessas não cumpridas, analisando os caminhos e descaminhos da República.
Carlos Veiga: “Não tivemos um período de liberdade antes do 13 de Janeiro"
Carlos Veiga foi uma das figuras centrais da transição democrática cabo-verdiana e o primeiro chefe de governo do Cabo Verde democrático. Nesta entrevista, realizada aos 35 anos das primeiras eleições livres e plurais, faz um balanço dos avanços e das fragilidades da democracia cabo-verdiana. Admite falhas no combate ideológico ao legado do partido único e alerta para os perigos do bloqueio partidário que hoje marcam a política do país. Entre memória e futuro, entre conquistas e desilusões, esta é uma conversa sobre o que foi, o que é e o que é preciso mudar.
35 Anos de Democracia: entre a Defesa da Liberdade e a Ambição Do legado da democracia à audácia de sermos um "Big Ocean State".
Diz-se frequentemente que a geografia é o destino. Para Cabo Verde, essa máxima nunca foi tão vibrante e, simultaneamente, tão desafiante como no amanhecer deste ano de 2026. Neste novo ano, ao celebrarmos os 35 anos do 13 de Janeiro, não estamos apenas a comemorar uma data no calendário ou a vitória de um modelo político sobre outro. Estamos a celebrar o momento em que os cabo-verdianos decidiram que o seu destino não seria escrito por imposição, mas por escolha.
Sessão solene com leituras contrastantes sobre a democracia em Cabo Verde
Trinta e cinco anos depois das primeiras eleições livres e plurais, os discursos proferidos pelos líderes partidários, pelo Presidente da Assembleia Nacional e pelo Presidente da República mostraram que o 13 de Janeiro continua a ser um marco estruturante da vida política cabo-verdiana, mas também um terreno de disputa narrativa, onde se cruzam memórias, reivindicações de protagonismo histórico e críticas ao funcionamento da democracia contemporânea.
Monumento à Liberdade e Democracia simboliza conquistas democráticas do povo - Primeiro-Ministro
Foi inaugurado, neste 13 de janeiro, o Monumento à Democracia e Liberdade, no dia em que se celebra os 35 anos da Liberdade e Democracia. Um monumento que, para o Primeiro-Ministro, no seu discurso, perenizando conquistas democráticas do povo cabo-verdiano.
Edição 1259
Destaque de manchete para os 35 anos do dia 13 de Janeiro, Dia da Liberdade e Democracia em Cabo Verde.
13 de Janeiro: Valores que não se negociam
O 13 de Janeiro representa muito mais do que uma ruptura política ocorrida num momento específico da nossa História. Representa a escolha fundadora que Cabo Verde fez pela liberdade, pelo pluralismo, pela autonomia da Justiça e pelo Estado de Direito Democrático. Princípios que se tornaram, ao longo das décadas, a base segura sobre a qual o país construiu o seu desenvolvimento.
35 anos da democracia expõem leituras divergentes e apelos à renovação do compromisso democrático em Cabo Verde
A sessão solene dos 35 anos das primeiras eleições multipartidárias, realizada esta segunda-feira na Assembleia Nacional, ficou marcada por leituras divergentes sobre a génese e o percurso da democracia cabo-verdiana, com os partidos a reclamarem protagonismo histórico, ao mesmo tempo que reconheceram o 13 de Janeiro como um marco estruturante do regime democrático.
MpD alerta que ataques às instituições da República colocam Democracia em perigo
O Grupo parlamentar do MpD alertou que o maior perigo para a Democracia começa quando se relativizam os sinais de ameaça e normalizam-se ataques às instituições da República. Numa declaração política o partido defendeu que não se pode permitir que o populismo, travestido "de falsa coragem e falsa proximidade, corroa o que tanto custou construir".
Ferro Gaita, Beto Dias e Hélida Camacho dão voz às comemorações do 13 de Janeiro na Praia
Ferro Gaita, Beto Dias, Hélida Camacho, Arlindo Rodrigues e vários grupos de batuku integram o cartaz do Festival “Liberdade & Democracia”, anunciado hoje pelo Governo para assinalar o Dia da Democracia e da Liberdade.
13 de Janeiro, Dia da Liberdade e da Democracia - Inauguração de monumento, conferências e festival cultural
O Governo vai, durante o mês de Janeiro, assinalar o 35.º aniversário do 13 de Janeiro com um vasto programa de actividades que inclui inaugurações, eventos académicos, iniciativas culturais, acções na diáspora e um festival de música.
Edição 1258
Destaque de manchete para as entrevistas com António Ludgero Correia, Júlio Correia e Paulino dias em que se perspectiva o ano que agora começou.
Governo aprova resolução para comemorar os 35 anos do Dia da Liberdade e da Democracia
O Governo aprovou uma resolução que institui oficialmente a comemoração do 35.º aniversário do Dia da Liberdade e da Democracia, celebrado a 13 de Janeiro, data que assinala as primeiras eleições livres e pluripartidárias realizadas em Cabo Verde, em 1991.
Democracia, liberdade de expressão, ética e espaço público
Comemorou-se no passado 13 de janeiro de 2025, o Dia da Liberdade e da Democracia. Efeméride memorável para todos os cabo-verdianos, porquanto, ela marca uma rutura com o ancien régime, velho e caduco, iniciando um novo arquétipo de governação em que o povo cabo-verdiano passou a respirar livremente, e fez uma opção por um projeto de liberdade de expressão e de imprensa, liberdade de associação e manifestação, bem como liberdade sindical e o direito à greve, de democracia, de Estado de Direito e de respeito pelos direitos humanos.
A oscilação entre o antigo regime e a democracia desune o país e não deixa focar no futuro
Donald Trump tomou posse na segunda-feira, dia 20, e confirma-se que o mundo mudou. A ordem política e económica instituída na sequência da segunda guerra mundial vai dar lugar a uma outra ordem cujos contornos ainda não se vislumbram. A presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen já veio dizer que a economia mundial já começou a fracturar ao longo de novas linhas e que em relação ao comércio global é de se evitar uma corrida para o fundo.
Independência não significa Liberdade!
No ano em que o nosso país celebra os seus cinquenta anos de independência, tornou-se relevante debater não essa classificação jurídica entre nações, mas a liberdade, um conceito mais filosófico e que encontra, muitas vezes nas leis, um entrave para ser plena. Um dos maiores lutadores pela liberdade em África no século XX foi Nelson Mandela, que sobre isso escreveu: “Ser pela liberdade não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma que respeite e melhore a liberdade dos outros”.
Presidente da República considera que Carlos Veiga merece ser distinguido como “champion da liberdade e da democracia”
O Presidente da República, José Maria Neves, enalteceu esta segunda-feira, o primeiro chefe do governo da II República como “champion da liberdade e da democracia, pelo seu pensamento, pela sua visão, pelo seu desempenho e pela sua realização”.
Políticos destacam conquistas e alertam para os desafios da democracia
No contexto das celebrações do Dia da Liberdade e Democracia, comemorado a 13 de Janeiro, que este ano assinala o 34.º aniversário das primeiras eleições livres em Cabo Verde, figuras de destaque da política nacional sublinharam as significativas conquistas democráticas alcançadas, mas também alertaram para os desafios persistentes que ainda precisam ser superados.
O papel dos partidos na crise de confiança na democracia
Por altura da celebração do 34º aniversário do 13 de Janeiro convém relembrar o que o cientista político Jorge Carlos Espada quis dizer ao afirmar que “a democracia é obra comum de partidos rivais, sob a autoridade comum de regras gerais e iguais para todos”. E também ter em atenção ao alerta de outro cientista político, Robert Dahl, de que “as perspectivas de uma democracia estável num país melhoram se os seus cidadãos e líderes apoiarem fortemente as ideias, os valores e as práticas democráticas”.
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